Quanta grana investida, gasta-se com xerox, apostilas, livros, passagem, entre outros. Se colocarmos na ponta do lápis para realizar uma graduação praticamente pagamos um carro importado. Existem pessoas que investem e no final das contas não seguem sua profissão, não as julgo, afinal de contas o mercado de trabalho está cruel e muitas vezes precisamos sair completamente de nossa área de atuação por bicos que nos darão o mínimo de sobrevivência.
Sou nutricionista recém-formada, gosto bastante da minha profissão e até confesso que nunca foi meu sonho desde menina ou dos meus pais. Entrei na graduação sem ter certeza do que queria e ao longo dela percebi que seria uma boa. Entretanto, a partir do momento que apertar meu bolso não me incomodo de ir para outras áreas e até porque sei que em qualquer lugar que me dedique consigo realizar meu trabalho com competência.
Quantas pessoas foram felizes em suas escolhas mesmo possuindo uma graduação e atuando e outra bem diferente? Outras persistiram e foram muito bem sucedidas nas suas profissões, mas já vou logo avisando meu amigo: ter graduação não significa total estabilidade e garantia de emprego. Logo, alguns cursos devem ser realizados, pós-graduação, outra graduação (se achar necessário) e principalmente curso de inglês.
Em relação ao curso de inglês, me sinto assustada do quanto essa língua muito chata é universal. Necessária ao extremo e é a diferença entre um profissional ganhando o salário mínimo da profissão e aquele que tem um "plus" a mais.
Antigamente o ensino médio bastava para muitas profissões e altos salários... atualmente quem não estiver preparado para esse "mundo cão", ou ganha na loteria, ou estuda e tenta a sorte de seguir sua carreira inicial.
Complicado né, só estou começando...
Mas uma pergunta que não quer calar: onde está o emprego?
quarta-feira, 13 de julho de 2011
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